terça-feira, 1 de setembro de 2026
PRESENÇA DOS BÓERES NO SUL DE ANGOLA
terça-feira, 18 de agosto de 2026
AS CAMADAS DA TERRA ESTRUTURA INTERNA DO NOSSO PLANETA
Sob os nossos pés existe um universo invisível
A Terra parece sólida
e silenciosa na superfície, mas no seu interior existe uma estrutura colossal
formada por camadas gigantescas de rocha, metal e calor extremo. Tudo o que
conhecemos, oceanos, cidades, florestas e montanhas, repousa sobre uma fina película
comparada ao tamanho real do planeta.
Já sob os oceanos existe a Crosta Oceânica, mais fina e densa, formada por rochas basálticas, com espessura média entre 5 e 10 km.
Mesmo sendo a parte
mais superficial do planeta, essa “casca” representa menos de 1% do volume
total da Terra.

É composto principalmente por silicatos ricos em magnésio e ferro. Lentamente, essas rochas se deformam e se movimentam ao longo de milhões de anos.
Dentro do manto está
uma das regiões mais fascinantes da Terra: a Astenosfera. Essa camada
parcialmente pastosa encontra-se aproximadamente entre 100 e 660 km de
profundidade. É nela que ocorrem as correntes de convecção que movem lentamente
as placas tectónicas.
Os continentes
literalmente “flutuam” sobre essa região, deslocando-se poucos centímetros por
ano. Foi esse movimento que separou continentes inteiros ao longo da história
do planeta.
A pressão aqui é tão intensa que as rochas assumem comportamentos completamente diferentes dos observados na superfície. Essa camada representa a maior parte do volume interno da Terra e funciona como um gigantesco reservatório de calor.
Diferente das camadas anteriores, é formado principalmente por ferro e níquel líquidos. Esse oceano metálico em constante movimento gera o campo magnético da Terra, o escudo invisível que protege o planeta contra partículas solares e radiações perigosas vindas do espaço.
E no centro absoluto da Terra encontra-se o Núcleo Interno, uma esfera sólida de ferro e níquel situado entre 5.150 km e 6.371 km de profundidade.
Mesmo com temperaturas
que podem ultrapassar 5.000 °C, semelhantes às da superfície do Sol, a pressão
é tão extrema que o material permanece sólido. Cientistas acreditam que essa
região cresça lentamente há bilhões de anos à medida que o planeta esfria.
Outra descoberta surpreendente é que sabemos mais sobre a superfície da Lua e de Marte do que sobre o interior profundo da Terra. Tudo o que conhecemos das camadas internas foi descoberto principalmente através da análise das ondas sísmicas geradas pelos terramotos, que atravessam o planeta de formas diferentes conforme o material encontrado.
A Terra não é apenas um planeta. É uma máquina viva, gigantesca e dinâmica, funcionando silenciosamente há cerca de 4,5 bilhões de anos.
Sob os nossos pés
existe um mundo ardente e misterioso que continua a guardar segredos que talvez
a humanidade ainda leve séculos para compreender completamente.
Nota:
Compilação e arranjo feito por V. Oliveira
terça-feira, 4 de agosto de 2026
OS SAN – HABITANTES MAIS ANTIGOS DA ÁFRICA AUSTRAL
Os San, também conhecidos como Basarwa ou Khwe, são os habitantes mais antigos da África Austral.
O seu lar era o deserto do Kalahari, actualmente dividido entre Angola, África do Sul, Botswana e Namíbia.
Possuem uma cultura única e são conhecedores de muitos aspectos, desde as suas pinturas rupestres, métodos de caça, habilidades de sobrevivência, conhecimento de plantas medicinais, comestíveis e tóxicas, música, dança e crenças.
Os San inclinam depois de ajoelhados os ouvidos ao chão e conseguem determinar se a pessoa que vem e ainda não foi vista se é grávida ou uma pessoa em estado normal. É muita sabedoria!...
Antigos indígenas sul-africanos descobriram fósseis antes da ciência e podem ter adorado criaturas extintas
Um painel
rupestre pintado pelos San há 200 anos retratam um animal extinto há milhões de
anos, o que sugere a existência de conhecimento paleontológico que foi
incorporado na crença deste povo.
Nota: Composição cativa da fonte “África Greatness”, por V. Oliveira
terça-feira, 21 de julho de 2026
A PRINCESA PERDIDA NA SAVANA
terça-feira, 7 de julho de 2026
PORTUGAL NOS HIMALAIAS
terça-feira, 23 de junho de 2026
PENHA GARCIA E UM CASTELO TEMPLÁRIO ERGUIDO SOBRE O FUNDO DE UM MAR

https://www.youtube.com/watch?v=JD64lwH3cLc
Nota: Pesquisa num documentário “À
Descoberta de Portugal”, resumo e imagens compostas por V. Oliveira
terça-feira, 9 de junho de 2026
CURIOSIDADE ENTRE DUAS ILHAS E FUSOS HORÁRIOS - Ilhas Diomedes
Há algo excepcionalmente estranho nas duas ilhas, a Grande Diomedes, localizada no extremo leste da Rússia, e a Diomedes Menor, localizada dentro das fronteiras dos EUA, que desafia a lei dos fusos horários.
São ilhas adjacentes e
a distância entre elas é de apenas 4 km, mas há uma diferença horária de 21
horas entre elas.
Pode-se caminhar entre
as duas ilhas durante o inverno quando a água está congelada, mas a grande
diferença horária pode mudar eventos comuns de maneiras estranhas: quando é
tarde na ilha russa, também é tarde na ilha americana, mas na ilha russa é
tarde de hoje e na ilha americana é a tarde de ontem.
Se alguém que mora na ilha russa decidir ir «na tarde de segunda-feira, 1 de janeiro» visitar um amigo que vive na ilha americana, chegará na «no domingo 31 de dezembro».
Mas qual é a razão desta enorme diferença de horário?
Devido à localização privilegiada das duas ilhas, a Linha Internacional de Data (IDL) passa entre elas. É uma linha imaginária que atravessa o Oceano Pacífico e estabelece o fuso horário no mundo.
A Ilha Grande Diomedes está 21 horas à frente da Ilha Diomedes Menor, pelo que a primeira passou a ser chamada de Ilha de Amanhã e a segunda Ilha de Ontem.
Quem o desejar pode
comemorar duas vezes a chegada do Ano Novo mobilizando-se a uma curta
distância.
Nota:
Compilação e arranjo feito por V. Oliveira




























